5 anos se passaram desde que estávamos juntos, porém, se contarmos só o casamento, eu e Gisele tínhamos uns 6 meses. Ela vinha de uma família religiosa e um tanto rígida, mas diferente de seus pais e suas 3 irmãs, era extrovertidade e bem comunicativa com todos. Devido a isso, muitos confundiam seu jeito de ser, fazendo com que os homens logo pensassem que ela dava mole, enquanto que as mulheres acabavam tendo-a como grande amiga em tão pouco tempo. É claro que sua beleza contribuia muito para chamar a atenção alheia, sendo ela dona de um rosto lindo, com seus olhos castanhos e sua boca desenhada, cabelos compridos que desciam até a cintura; de uma pele clara e deliciosamente macia, conservada através dos cremes que passava por toda seu corpo, diariamente. Mas o que realmente chamava a atenção de quase todos eram os seios, grandes (mas sem exagero), os quais eram bem mostrados por suas roupas um pouco decotadas. Ela nunca me negou o fato de gostar muito da atenção dos homens e ser um tanto invejada pelas mulheres. Já eu, seu marido, gostava mais de suas lindas pernas, com suas coxas grossas e sua bunda empinadinha. As saias que ela vestia não eram escandalosas, e sim aquelas que iam na altura do joelho, umas um pouco mais abaixo e outras um pouco acima, que subiam quando ela sentava e cruzava as pernas, mostrando o necessário para receber olhares desejosos, mas sem ser necessariamente vulgar.

Tivemos nossa primeira vez após o casamento. Não foi difícil se guardar, já que seus pais eram bem rígidos e impunham regras que dificultavam muito os momentos que ficávamos a sós, além do fato de nós mesmos acreditarmos firmemente que era o correto a ser feito. Após termos as nossas relações, percebemos que ambos gostávamos muito de sexo.


Então o problema só piorou. Gisele, percebendo que a abstinência fazia eu ir atrás, ficou ainda mais mimada e nunca mais teve uma única iniciativa de resolver nossas brigas. Era sempre eu. Ela fazia birra por nada, ficávamos dias e semanas sem nos falar. Eu me masturbava até não aguentar mais e correr atrás dela, um ciclo que passou a acompanhar nosso casamento.
O problema era que tínhamos muitos desentendimentos. Ela era muito ciumenta e mimada, quase sempre ficava brava por motivos banais, e mesmo estando quase sempre errada, nunca corria atrás, ou seja, quase sempre era eu que buscava o diálogo para nos reconciliarmos. Com o tempo, comecei a parar de correr atrás, ficava dias e até semanas sem falar com ela; porém, em determinado momento a masturbação não resolvia mais o meu problema e eu me via obrigado a procura-la por causa do sexo.

A masturbação cada vez mais constante fez com que a minha duração no sexo diminuísse consideravelmente, acompanhado pela ereção menor. Ficava sempre nos 3 minutos, 4 no máximo. Meu pau (15 cm e não grosso) não ficava totalmente rígido. Eram 4, 5 ou até mais punhetas, diarias. Nem preciso dizer que o sexo, que já era escasso, ficou rápido. O que me salvava sempre era o sexo oral, o qual eu sei fazer com maestria e me ajudava a cumprir com meu papel.

A minha sorte, até então, foi que Gisele era fiel. Seus princípios e sua crença eram firmes. Ela, como sempre enfatizava, apenas gostava de chamar atenção. Sempre me contava quando alguém a cantava e/ou tentava algo. Quando chegava num determinado limite em que se faltava o respeito, logo tratava de cortar o mal pela raiz. Foram muitos que a cantaram, e ela sempre me contava e em seguida barrava novas tentativas. O máximo que aconteceu no nosso tempo de namoro e noivado, foi um colega de serviço que, no meio de uma conversa no fretado que os levava do serviço para casa, roubou-lhe um beijo, o qual ela retribuiu para não fazer escândalo e chamar atenção dentro do ônibus da empresa; e um outro episódio, foi com seu primeiro chefe no centro de distribuição no qual ela trabalhava. Seu nome era Márcio. Na empresa era obrigatório o uso de calça, mas num dia em que teve um evento na parte da manhã, o qual permitiu que ela fosse de vestido (um pouco curto), Marcio sentou -se ao seu lado na sala em que eles trabalhavam e passou a dar algumas instruções para Gisele, que digitava. Ele, aproveitando que estavam a sós naquele momento, a elogiou dizendo que ela estava linda naquele dia e, enquanto falava sobre o serviço e apontava para as longas planilhas do computador com uma mão, com a outra começou a alisar as coxas de Gisele por baixo da mesa, e ela não esboçou reação. Ele falava, ela digitava e a mão dele passeava do seu joelho até a metade das coxas. Ficaram assim por uns 3 minutos, quando ele disse que Gisele tinha belas pernas, se levantou e saiu da sala. O fato de ser seu chefe a impediu de barrar sua mão, segundo seu relato. Nas duas situações, ela passou a ser mais seca e restrita após me contar o que havia acontecido, e isso fez com que eles não tentassem outras coisas depois. Todavia, ela confessou a mim que gostou do episódio que aconteceu com seu chefe Marcio. O fato de um homem bem mais velho a desejar e aproveitar de sua posição de poder para fazer o que queria com ela, a fez se deliciar com aquele momento.

Os dois fatos me chatearam bastante, ainda mais ao ouvir minha noiva (na época) dizer que achou delicioso um dos acontecimentos. Ainda assim ela conquistou ainda mais minha confiança com as suas atitudes de me dizer a verdade sobre o que acontecia com ela, sobre seus sentimentos e também com suas atitudes restritivas com essas pessoas quando os limites do respeito eram quebrados.

Uma das tantas vezes que alguém a elogiou e ela me contou foi no período em que começa a nossa história. Uns seis meses após nosso casamento, depois de uma reconciliação e um sexo bem gostoso, ela me disse que tinha algo a me contar. Curioso a questionei sobre o que era e após alguns segundos de silêncio, Gisele me disse que seu novo chefe, Luciano (não era mais o Márcio), a elogiou. Eu já estava acostumado, eram tantos que já tinham feito isso. Questionei sobre o que ele falou. Mais uma pausa, e então ela confessou:

- Disse que meu bumbum era lindo.

Achei estranho ele ter dito isso na primeira cantada. Ela então completou dizendo que Luciano já havia elogiado sua beleza, mas nada fora do normal ou diferente do que outros já tinham feito. Fiquei em silêncio por um tempo, e como em outras vezes, questionei sobre ele. Gisele disse que ele era bonito, alto, moreno, parrudo e barba. Era forte, mas não aqueles sarados de academia, apenas bem forte e grande com os seus quarenta e poucos anos, contra os 23 dela.

Foi então que lembrei de Marcio, seu primeiro chefe, e de como ela havia gostado da investida dele, diferente dos outros. Aquilo nunca havia saído da minha cabeça. Foi o único entre tantos que havia mexido com ela de alguma forma. Seria Luciano, também seu chefe, a mesma situação?

- O que respondeu pra ele?

-- Nada, apenas sorri com sarcasmo pra ele não pensar que gostei.

- E você gostou?

Pausa de 2 segundos

-- Sim...

Mais uma pausa...

- E o que você vai fazer?

-- Oxi, o que eu sempre faço... me afastar e ser mais restrita com ele.

Aquilo não era o suficiente para mim. Mais uma vez um cara bem mais velho, com um certo poder mexeu com ela e Gisele gostou. Eu tinha que saber o porquê dessa diferença em relação a todos os outros.

- Acho que você não precisa ser restrita com ele. Lembre que ele é teu chefe, melhor ser amistosa com ele.

-- Você acha? Eu acho melhor não, ele pode pensar que pode tentar algo comigo.

- Besteira. Enquanto ele só elogiar tá tranquilo. Se ele passar disso você o impede.

-- Ok. Então tá...

Passou um tempo, acho que uns 2 meses, nisso eu e minha mulher brigamos mais algumas vezes, ficamos dias sem nos falar, até que a falta de sexo fazia eu correr atrás dela. Sempre após a transa (que continuava curta e rapida) eu a questionava sobre o que havia se passado com ela no tempo que ficávamos sem conversar. Sempre tinha um elogio do Luciano, Você é linda; Que bumbum, heim; Ah se você fosse minha esposa, ia ser todo dia,etc... Gisele respondia com suas risadas, mostrando que levava tudo na brincadeira.

Um dia, após outra foda de reconciliação, ao questionar seus dias sem falar comigo, ela me soltou uma bomba...

-- Amor. Quarta feira passada fui escalada pra visitar uma loja do Walmart com ele lá em Osasco.

Pausa...

- E aí?

-- Na volta paramos no estacionamento de um posto de gasolina e ele começou a me elogiar...

Pausa...

-- E então ele começou a me elogiar, dizer que tava louco por mim, que eu era especial, era linda. Me disse que eu era diferente das outras mulheres.

Pausa...

-- Perguntou se ele tinha alguma chance comigo...

- E você?

-- Disse que não, é claro. Eu falei que era casada e respeitava meu marido.

Pausa...

-- Ele insistiu dizendo que nunca tinha conhecido alguém como eu. E depois de negar bastante as investidas dele, ele pediu pelo menos um beijo.

- E você?

-- Primeiro eu neguei. Mas ele insistiu tanto que eu dei. Nos beijamos um tempo dentro do carro. Depois ele agradeceu, elogiou dizendo que meu beijo era diferente de todos os outros que ele teve. Eu agradeci o elogio e então voltamos pra empresa...

Pausa...

- Você gostou?

-- Sim. Ele beija muito bem...

Pausa...

-- Mas não se preocupa amor, já na quinta eu passei a ser meio seca com ele...

Gisele havia gostado do beijo do Luciano. Eu não entendia, não minto que eu estava muito mais curioso do que chateado. Será que se ela não o barrasse ela poderia acabar cedendo? Será que ela capaz de algo a mais com alguém que não fosse seu marido? Eu tinha que saber, eu precisava saber.

- Acho que não seria bom você tratar teu chefe de forma seca ou ríspida. Acho melhor você continuar do mesmo jeito.

-- Oxi, lógico que não. Ele vai pensar que pode continuar tentando algo comigo.

- É só você não sair mais com ele.

-- Não sou eu que decido isso meu bem. Nem ele pra falar a verdade... É o pessoal acima dele.

- Bom, acho melhor você continuar da mesma forma. Quando ele te elogiar ou tentar te beijar você tenta jogar a conversa pra outro lado. Muda de assunto... Não é bom ter um mal relacionamento com seu chefe.

-- Ok. Pode deixar que eu vou tentar - ela fez uma pausa e então começou a mexer no celular - Acho que você tem razão, quando me afastei do Márcio acabei perdendo algumas oportunidades na empresa...

- Eh, então.

Duas semanas se passaram. Ao chegar uma nova bomba. Gisele me conta que Luciano mexeu uns pauzinhos com o pessoal que fazia a escala das visitas para que ela fosse a única a ir com ele. O que significava que toda quarta feira eles teriam que ir juntos em uma nova loja. Eu a acalmei dizendo que o mais importante era ela ser gentil e trata-lo amistosamente, do contrário ela poderia se prejudicar na empresa. Todavia meu real objetivo era saber se havia algum limite na sua fidelidade...

Chegou a quarta feira. Pela manhã enquanto Gisele se arrumava eu fingia que havia esquecido a novidade e que era um dia normal para mim. Ela colocou uma roupa bem bonita. Como era visita, ela poderia colocar suas roupas decotadas e uma de suas saias. Mas ela não fugiu do comportado. Ainda assim estava uma delícia num conjunto preto com uma saia que desenhava bem seu corpo

Passei o dia inteiro no meu trabalho pensando se Luciano iria tentar algo. O relógio passou numa lerdeza incrível e a ansiedade consumia toda a minha mente.

Eu chegava, geralmente, meia hora mais cedo. Aquele dia não foi diferente, 30 minutos após minha chegada, Gisele entra pela porta de casa, pendura sua bolsa, tira as sandálias e se deita no outro sofá da sala. Pergunto sobre o seu dia e ela começa com as fofocas de suas colegas pela manhã de serviço. Conta sobre a visita que fez em uma loja a tarde, onde ela foi bem recebida. Porém eu queria saber de outra coisa:

- E o Luciano?

Pausa...

-- Pediu pra me beijar de novo. Ficou o caminho inteiro dizendo que não conseguia esquecer do nosso beijo...

- E aí? Beijou?

-- Beijei. A gente parou naquele estacionamento do posto e depois de insistir mais um pouco, a gente se beijou.

- Foi bom?

-- Ah eu gostei... Ela respondeu meio incerta com minha reação e olhou pra mim com certo receio.

Pausa...

-- Dessa vez foi mais demorado. Ficamos uns dois minutos beijando

- Caramba...

Pausa de alguns segundos. Gisele parecia, pela primeira vez, um pouco temerária em ser sincera.

- Você gostou?

-- Gostei... E - mais uma pausa - quando chegamos na empresa, antes de sair do carro, ele me puxou e me beijou de novo...

- E agora.

-- E agora o que?

- O você vai fazer?

-- Vou ter que dar um jeito pra ele não me levar mais nas visitas. Não dá pra dizer não pra ele...

Fiquei pensando que aquilo não era suficiente. Eu queria mais, queria saber o que ela realmente desejava. Me parecia que a sua fidelidade poderia ser superficial perto de alguém que realmente mexia com ela. Aquela situação era tão diferente, e eu queria testar também meus limites, até onde eu aguentaria saber que minha esposa fez algo que eu não gostava?

- É complicado. O problema é que você não pode ficar se opondo às ordens da empresa. Você não pode falar pro pessoal lá o que ele faz, então não vai ter desculpa pra dizer que não pode ir nas visitas. Vai soar como corpo mole. Acho melhor você aguentar firme e continuar indo...

-- Oxi. Ele vai querer me beijar toda semana...

- Eu sei, é complicado, mas é importante pra você. De repente surge uma chance de subir na empresa e como você vai acabar conhecendo a rede inteira de distribuição com essas visitas, você pode larga bem na frente dos outros.

-- Nossa. É verdade.

Aquele argumento parece ter acertado em cheio nela. Fiz com que ela visse a oportunidade que as visitas poderiam trazer. Isso fez seu pensamento varrer pra longe, pras oportunidades que poderiam aparecer.

-- Mas ele vai continuar pedindo pra me beijar...

- Calma, não vai durar pra sempre. Logo você consegue uma mudança lá. Enquanto isso você leva ele no 'banho Maria'.

-- Bom. Pelo menos você não se incomoda. Então tá...

Aproveitei a oportunidade e emendei:

- Você tá gostando né safadinha. Tá gostando de beijar o chefe...

Ela deu uma boa risada, levando na brincadeira...

-- Bom, ele beija gostoso...


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